• de quando
    as boas ideias
    devem ser
    continuadas

 

Para novos tempos e novos desafios, velhas soluções; em meio à tempestade que avassala as publicações impressas, decidimos triplicar a frequência da Rev.Nacional. A partir de agora serão seis edições por ano. Impressas em papel porque, não se enganem, somos do papel e ao papel voltaremos. Ou, como dizia um advogado espanhol, amigo meu, papelito habla!
Ao contrário da maioria das plataformas de informação digitais, onde o frenesi pela captura de cliques produz notícias entrecortadas e descartáveis – o único objetivo da existência da maior parte delas é aumentar o número de acessos -, aqui na Rev.Nacional apostamos na qualidade da informação e na excelência do tempo passado enquanto o leitor se entretém –e se surpreende, por que não–, entre uma página e outra.
Me atrevo a dizer que, se esta revista fosse um restaurante, seria um restaurante de slow food. Porque a intenção da Rev.Nacional é ser um espaço de bem-estar e degustação. Com calma, muita calma, isso sim. Seja através das imagens ou dos textos reunidos aqui com um objetivo apenas; entreter e divertir o leitor. E, se o saber não ocupa lugar, o tempo gasto em descobrir a vida de perto nunca é perdido; ele se multiplica, ao infinito, a cada
descoberta. A cada página virada.

AGRADECIMENTOS
Alexandra Brochen. Mario Sergio Conti. Ronaldo Bressane. Fernando Paiva. Ivan Marsiglia.
Rubens Fernandes Junior. José Henrique Lorca.
Cristina R. Duran, da Conteúdo Comunicação.
Samuel de Vasconcelos Titan, Sergio Burgi, Marília
Scalzo e Bárbara Giacomet de Aguiar, do Instituto Moreira Salles. Silvia Rogar, da revista Vogue.
Freddy Rabbat. Antonio Trigo. Wilson Eliodorio. Ariani Carneiro, da Capa MGT. Airton Martins, da Way Model. Regis Panato, da Photouch. David Jensen, Patricia Veneziano e Sanny Mazza, do WBorn Studios em São Paulo. Sandra Raineri, da Raineri Equipamentos.

Capa. “Papoula oriental solitária” (Nova York, 1968). Um dos célebres still lifes do maestro Irving Penn. Em exposição até 18 de novembro, no Instituto Moreira Salles de São Paulo.
Luisa Moraes. Você pode encontrar a Luisa nas salas do Museu do Prado de Madri, ou nos corredores da Tate de Londres. Atriz e modelo, a arte não tem fronteiras para ela.
O homem que tudo viu. German Lorca celebra uma vida inteira dedicada à fotografia com a mostra “Mosaico do Tempo | 70 Anos de Fotografia”, no Itaú Cultural. Juan Esteves, colega de profisão e ensaísta escreve sobre esta admirável trajetória.
Questionário Proust. A atriz Taís Araújo enfrenta com agilidade e perspicácia as perguntas que os amigos e convidados de Marcel Proust já respondiam no fim do século XIX.
O Grand Prix de Monaco Historique. Maxime Gauthier esteve no Principado de Mônaco para acompanhar a 11ª edição do tradicional Grande Prêmio de carros de corrida históricos. As fotos são de J.R.Duran.
Irving Penn. Maria Morris Hambourg, Jeff L.
Rosenheim e Sergio Burgi, os curadores da mostra “Irving Penn: Centenário” em exibição no Instituto Moreira Salles de São Paulo, conversam com J.R.Duran.
Às cinco da tarde. Macarena Reyes escreve sobre a Real Maestranza de Sevilla, Ignacio Sánchez Mejías e Federico García Lorca.
O espelho dos outros. Um portfólio do fotógrafo Bob Wolfenson. Pequena parte da exposição “Retratos”, inaugurada no Espaço Cultural Porto Seguro em São Paulo, com mais de 200 imagens feitas ao longo de sua carreira. Fernanda Young nos conta sobre a experiência de ter sido capturada pelas lentes do renomado fotógrafo.
Delírio Maya. Carlito Buendia lembra do que sentiu no dia em que subiu no topo de uma das pirâmides do antigo reino Maya, em Cancún.
Cinema mudo. A modelo Lola Gleich, além de ser um fenômeno que frequenta as páginas das principais revistas de moda, escreve poemas. O jornalista e escritor Ronaldo Bressane conversou com ela. O cabelo é de Renato dos Anjos e a maquiagem de
Rafael Valentini, ambos da Capa MGT.

J.R.Duran